Oração feita pelo Dr. Odilon Fernandes, a Jesus Nosso Mestre para que Ele intervisse em socorro de dois espíritos que pareciam "geminados" praticamente morando no mesmo corpo à porta de um bar.
Senhor Jesus, é a Ti que recorremos, Mestre, em favor destes nossos irmãos que se encontram, temporariamente, equivocados nos caminhos da ilusão... Nada podemos e nada somos sem o Teu infinito Amor! Intercede, a fim de que possamos conduzir o companheiro necessitado de tratamento e coragem, para que, mais tarde, ele se defronte consigo mesmo na luta pessoal e intransferível da renovação interior... Sabes o quanto, todos os dias, a cada momento nos esforçamos para estar Contigo nas tarefas do bem, com gradativo esquecimento de nós mesmos. Senhor, compadece-Te de nossa indigência e que, nesta hora, assistidos pelo Teus mensageiros, sejamos intermediários de tuas bênçãos, de Tua luz...
- Confiamos em Ti e não almejamos outra coisa que não seja servir-Te aos propósitos divinos...Utiliza-nos pois, como simples instrumentos da Tua misericórdia, neste recanto do Universo onde a dor se concentrou em decorrência de voluntário afastamento de teus passos...Opera, através de nossa ainda débil, os prodígios que operavas, quando socorrias os doentes e os obsediados, os famintos do corpo e da alma, que, na condição de miseros pedintes Te estendiam as mãos ao longo das estradas em que jaziam, se esquecidos pela bondade dos homens, nunca pela bondade de Deus! É com este sentimento no coração e com estas palavras em nossos lábios, que Te endereçamos esta súplica, sem sequer ousar levantar os olhos do chão onde os trazemos fixos, esperando que, como sempre, a Tua vontade se cumpra acima de nossos desejos!...
Dr. Inácio Ferreira do Livro "Um Pouco Mais Além"
Este pagina foi criada por intuição, do medium Luiz Celso Telli, no final de 2010. Esta pagina tem o intuito de divulgar fatos ocorridos e mensagens enviadas pelo Espirito do nosso irmão Dr. Inácio Ferreira. O Dr. Inácio Ferreira nasceu em Uberaba MG, em 15 de Abril de 1904 e desencarnou em 27 de Setembro de 1988 na própria cidade natal aos 84 anos.
terça-feira, 10 de novembro de 2015
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
Tamanho da Aura do Chico Xavier.
Em 1978 esteve em Uberaba um cientista da Nasa o Dr. Paul Hilds ele era engenheiro eletrônico.
Trouxe com Ele seus aparelhos eletrônicos para estudar a mediunidade de Chico Xavier.
Fez muitas experiências e chegou à conclusão de que, enquanto a aura espiritual dos mediuns comuns não excedia a 2 centímetros, a do Chico era detectada num raio de 10 metros.
Este relato esta contido no Livro maravilhoso do Dr. Inácio Ferreira.
"Um Pouco Mais Além"
Trouxe com Ele seus aparelhos eletrônicos para estudar a mediunidade de Chico Xavier.
Fez muitas experiências e chegou à conclusão de que, enquanto a aura espiritual dos mediuns comuns não excedia a 2 centímetros, a do Chico era detectada num raio de 10 metros.
Este relato esta contido no Livro maravilhoso do Dr. Inácio Ferreira.
"Um Pouco Mais Além"
sábado, 10 de outubro de 2015
Colocando o ouvido ao que mais me chamara a atenção, pela luminosidade azulínea que fendia aquele manto escuro, passeia a escutar:
"Nossa senhora, mãe de Jesus, valei-me, por piedade! Protegei os meus filhos, os meus netos, toda a minha família.. Estendei o vosso amor a todos os que sofrem! Escutai a minha prece... Dai-me forças na conquista do pão de cada dia. Livrai-nos do mal... Em nome do Savador Jesus Cristo, eu Vos peço, não nos deixeis entregues à tentação. Que as Vossas bênçãos sejam conosco! Precisamos de paz, Senhora - a Humanidade inteira... Que as crianças abandonadas, encontrem um lar; que os jovens fujam do perigo das drogas; que as mães desvalidas se espelhem nos Vossos exemplos de renúncia e abnegação; que os doentes recuperem a saúde, que os idosos a esperança, os descrentes a fé... Nossa Senhora, Mãe de Jesus, louvada sejais!..."
Ao ouvir esta prece o Doutor Inácio Ferreira que fazia uma visita ao orbe terreno não conseguiu evitar que as lagrimas aflorassem nos seus olhos.
Do Livro " Um Pouco Mais Além"
"Nossa senhora, mãe de Jesus, valei-me, por piedade! Protegei os meus filhos, os meus netos, toda a minha família.. Estendei o vosso amor a todos os que sofrem! Escutai a minha prece... Dai-me forças na conquista do pão de cada dia. Livrai-nos do mal... Em nome do Savador Jesus Cristo, eu Vos peço, não nos deixeis entregues à tentação. Que as Vossas bênçãos sejam conosco! Precisamos de paz, Senhora - a Humanidade inteira... Que as crianças abandonadas, encontrem um lar; que os jovens fujam do perigo das drogas; que as mães desvalidas se espelhem nos Vossos exemplos de renúncia e abnegação; que os doentes recuperem a saúde, que os idosos a esperança, os descrentes a fé... Nossa Senhora, Mãe de Jesus, louvada sejais!..."
Ao ouvir esta prece o Doutor Inácio Ferreira que fazia uma visita ao orbe terreno não conseguiu evitar que as lagrimas aflorassem nos seus olhos.
Do Livro " Um Pouco Mais Além"
terça-feira, 22 de setembro de 2015
Mensagens de Amigo "Dr. Inácio Ferreira.": O Cristo Vive em Mim.
Mensagens de Amigo "Dr. Inácio Ferreira.": O Cristo Vive em Mim.: "Eu vivo, mas já não sou eu que vivo, pois é Cristo que vive em mim...". Neste sentido, é que os homens devem morrer uma só vez, ...
O Cristo Vive em Mim.
"Eu vivo, mas já não sou eu que vivo, pois é Cristo que vive em mim...".
Neste sentido, é que os homens devem morrer uma só vez, como Paulo e tantos morreram, a fim de albergarem o Cristo dentro de si, para sempre; porém, até que tal ocorra, o homem trocará de indumentária física um sem número de vezes...
Estamos devendo, à Misericórdia Divina, incalculável fortuna... O nosso encontro com a Doutrina Espirita e, consequentemente, com o Cristo Redivivo, foi o que de melhor nos aconteceu na esteira de nossas inúmeras experiências no corpo de carne - descobrir o Espiritismo é achar a luz!
Dr. Inácio Ferreira do Livro "Um Pouco Mais Além".
Neste sentido, é que os homens devem morrer uma só vez, como Paulo e tantos morreram, a fim de albergarem o Cristo dentro de si, para sempre; porém, até que tal ocorra, o homem trocará de indumentária física um sem número de vezes...
Estamos devendo, à Misericórdia Divina, incalculável fortuna... O nosso encontro com a Doutrina Espirita e, consequentemente, com o Cristo Redivivo, foi o que de melhor nos aconteceu na esteira de nossas inúmeras experiências no corpo de carne - descobrir o Espiritismo é achar a luz!
Dr. Inácio Ferreira do Livro "Um Pouco Mais Além".
terça-feira, 21 de abril de 2015
Chico Xavier não parava.
A verdade é que o Chico não parava. - gracejei - deve ter sido aquele homem da Parábola que enterrou o talento e, depois, veio desenterrar tudo de uma vez e colocar a gente para "cavucar" com ele! - Eu me recordo - contou Modesta - de que, nos primeiros tempos de Espiritismo, em Uberaba, a gente, de fato, trabalhava pouco, limitando-se a comparecer às reuniões uma ou duas vezes na semana - nosso compromisso espírita terminava ali.
- Com você não era assim, Modesta - discordei. - Você vivia com o Espiritismo na cabeça e nas mãos!
- Inácio eu, como a Domingas, cheguei a sacramento, a procura de Euripídes Barsanulfo, quase completamente pertubada - não sofria ataques epiléticos, mas tinha visões, escutava vozes... Não tive recurso: trabalhava ou...trabalhava! Caso contrário, meu caro, eu teria sido a primeira paciente do Sanatório que ajudamos a construir!
- Abençoados tempos, Modesta!
- Os de hoje também são abençoados, Inácio! A diferença é que os processos obsessivos se sutilizaram de tal modo, que todo o mundo acha que é normal. As pessoas se entopem de tantos remédios que a mediunidade desapareçe...
- Vivem em transe "quimico" e não medianímico - diagnostiquei. - Tomam um antidepressivo de manhã, após o café; depois do almoço e do lanche da tarde, tomam um ansiolítico; à noite, tomam algo para induzir ao sono... Não há quimismo cerbral que aguente! Em outras palavras, não há cérebro que não esteja entorpecido, dificultando a ação dos obsessores mais empedernidos.
- Mas o quero dizer - ponderou Modesta - é que, aos poucos, de fato, Chico nos foi colocando para trabalhar mais: fazer sopa fraterna, costurar para os pobres, visitar doentes nos hospitais, peregrinar na periferia da cidade, ter mais assiduidade nos centros espíritas, contribuir para manutenção do centro e das obras.
- Assumir a mediunidade! - exclamou Domingas
-Sim, ter coragem de assumir a condição de médium.
E mais: escutar as pessoas! E outra: não ter pressa de voltar para casa!
Este é um trecho dos dialogos mantidos entre o Dr. inácio, Dr. Odilon, Dona Modesta e Dona Domingas no Livro " Anjos Decaídos"
Dr. Inácio Ferreira
- Com você não era assim, Modesta - discordei. - Você vivia com o Espiritismo na cabeça e nas mãos!
- Inácio eu, como a Domingas, cheguei a sacramento, a procura de Euripídes Barsanulfo, quase completamente pertubada - não sofria ataques epiléticos, mas tinha visões, escutava vozes... Não tive recurso: trabalhava ou...trabalhava! Caso contrário, meu caro, eu teria sido a primeira paciente do Sanatório que ajudamos a construir!
- Abençoados tempos, Modesta!
- Os de hoje também são abençoados, Inácio! A diferença é que os processos obsessivos se sutilizaram de tal modo, que todo o mundo acha que é normal. As pessoas se entopem de tantos remédios que a mediunidade desapareçe...
- Vivem em transe "quimico" e não medianímico - diagnostiquei. - Tomam um antidepressivo de manhã, após o café; depois do almoço e do lanche da tarde, tomam um ansiolítico; à noite, tomam algo para induzir ao sono... Não há quimismo cerbral que aguente! Em outras palavras, não há cérebro que não esteja entorpecido, dificultando a ação dos obsessores mais empedernidos.
- Mas o quero dizer - ponderou Modesta - é que, aos poucos, de fato, Chico nos foi colocando para trabalhar mais: fazer sopa fraterna, costurar para os pobres, visitar doentes nos hospitais, peregrinar na periferia da cidade, ter mais assiduidade nos centros espíritas, contribuir para manutenção do centro e das obras.
- Assumir a mediunidade! - exclamou Domingas
-Sim, ter coragem de assumir a condição de médium.
E mais: escutar as pessoas! E outra: não ter pressa de voltar para casa!
Este é um trecho dos dialogos mantidos entre o Dr. inácio, Dr. Odilon, Dona Modesta e Dona Domingas no Livro " Anjos Decaídos"
Dr. Inácio Ferreira
sexta-feira, 20 de março de 2015
Estive com Jesus
Abri a porta do quarto e, naquela noite, realmente exausto, deitei-me de roupa e tudo, mal jogando os sapatos para o lado!
Não devo ter demorado a pegar no sono, já que, embora sem noção exata de tempo, de repente me vi caminhando a beira-mar, respirando a brisa suave e levemente perfumada.
O ar balsâmico, que me inflava os pulmōes, como que fazia que eu me sentisse mais leve. Reparei que estava descalço - o que nunca foi habito meu -, pisando sobre a areia molhada da praia.
Não muito longe, sob o manto estrelado da noite, percebi pequena aglomeração de pessoas e, à medida que caminhava em sua direção, meu coração se descompassava num misto de ansiedade e alegria.
Quase chegando, avistei pequena embarcação ancorada rente à praia e um homem, trajando alva túnica resplandecente, de pé sobre ela, conversando mansamente.
- Quem será? - perguntei a mim mesmo, sem qualquer ideia do que se tratava.
De repente, como se ele me olhasse, sem, contudo, me olhar, exclamei, caindo de joelhos:
- Jesus de Nazaré!
Sim era Ele! Os cabelos ondulados, de cor castanho-clara, esvoaçavam ao vento e a voz terna me soava aos ouvidos qual ritimada canção que jamais me fora dado escutar, embora, de início, as palavras não se me fizessem inteligíveis.
Eu não conseguia me levantar-me e, agora, com os pensamentos convulsionados, estava com a cabeça inclinada para o chão, à semelhança de pobre vassalo diante do trono do rei.
Não sei dizer quantos homens e mulheres, jovens e adultos, ali estavam a escutá-lo em sua divina peroraçao, mas, pelo que pude perceber, não eram muitos - todos, porém, se mostravam translúcidos e, igualmente, contrastando com minhas vestes grosseiras, trajavam simplesmente uma túnica.
Sem poder movimentar-me, da pequena multidão, com o intuito de conduzir-me para um pouco mais perto, dois homens se destacaram e, gentis, ofereceram-me os braços, permanecendo comigo a alguns passos dos demais.
Por mais que me esforçasse, de meus lábios não escapava uma palavra se quer!
Tive, então, por momentos, a impressão de que aquele Homem me sorria e meu coração se deixou levar num arrebatamento de amor.
-Ouçamo-Lo, meu irmão! - exortou-me um dos que me sustentavam de pé com os joelhos quase completamente dobrados.
Filho, não desamines na caminhada...
O trabalho é nossa bênção, e a dificuldade, nossa lição.
Persevera!
Cerra os ouvidos ao mal.
Jamais pronuncies a palavra que fira.
Levanta os caídos.
Socorre os vencidos.
Transpõe os obstáculos.
Não percas a fé.
Pacífica onde estejas.
Perdoa sempre.
O bem do próximo é nosso verdadeiro bem.
Não te esqueças: estaremos juntos até à consumação dos séculos!..."
Obs.: O irmão Carlos A. Baccelli está psicografando este encontro merecido do Dr. Inácio com Jesus Cristo.
Lembrando que o Dr. Inácio, se encontra desencarnado e trabalhando muito no hospital por ele dirigido no plano espiritual.
Do livro " Anjos Decaídos" Dr. Inácio Ferreira
Não devo ter demorado a pegar no sono, já que, embora sem noção exata de tempo, de repente me vi caminhando a beira-mar, respirando a brisa suave e levemente perfumada.
O ar balsâmico, que me inflava os pulmōes, como que fazia que eu me sentisse mais leve. Reparei que estava descalço - o que nunca foi habito meu -, pisando sobre a areia molhada da praia.
Não muito longe, sob o manto estrelado da noite, percebi pequena aglomeração de pessoas e, à medida que caminhava em sua direção, meu coração se descompassava num misto de ansiedade e alegria.
Quase chegando, avistei pequena embarcação ancorada rente à praia e um homem, trajando alva túnica resplandecente, de pé sobre ela, conversando mansamente.
- Quem será? - perguntei a mim mesmo, sem qualquer ideia do que se tratava.
De repente, como se ele me olhasse, sem, contudo, me olhar, exclamei, caindo de joelhos:
- Jesus de Nazaré!
Sim era Ele! Os cabelos ondulados, de cor castanho-clara, esvoaçavam ao vento e a voz terna me soava aos ouvidos qual ritimada canção que jamais me fora dado escutar, embora, de início, as palavras não se me fizessem inteligíveis.
Eu não conseguia me levantar-me e, agora, com os pensamentos convulsionados, estava com a cabeça inclinada para o chão, à semelhança de pobre vassalo diante do trono do rei.
Não sei dizer quantos homens e mulheres, jovens e adultos, ali estavam a escutá-lo em sua divina peroraçao, mas, pelo que pude perceber, não eram muitos - todos, porém, se mostravam translúcidos e, igualmente, contrastando com minhas vestes grosseiras, trajavam simplesmente uma túnica.
Sem poder movimentar-me, da pequena multidão, com o intuito de conduzir-me para um pouco mais perto, dois homens se destacaram e, gentis, ofereceram-me os braços, permanecendo comigo a alguns passos dos demais.
Por mais que me esforçasse, de meus lábios não escapava uma palavra se quer!
Tive, então, por momentos, a impressão de que aquele Homem me sorria e meu coração se deixou levar num arrebatamento de amor.
-Ouçamo-Lo, meu irmão! - exortou-me um dos que me sustentavam de pé com os joelhos quase completamente dobrados.
Filho, não desamines na caminhada...
O trabalho é nossa bênção, e a dificuldade, nossa lição.
Persevera!
Cerra os ouvidos ao mal.
Jamais pronuncies a palavra que fira.
Levanta os caídos.
Socorre os vencidos.
Transpõe os obstáculos.
Não percas a fé.
Pacífica onde estejas.
Perdoa sempre.
O bem do próximo é nosso verdadeiro bem.
Não te esqueças: estaremos juntos até à consumação dos séculos!..."
Obs.: O irmão Carlos A. Baccelli está psicografando este encontro merecido do Dr. Inácio com Jesus Cristo.
Lembrando que o Dr. Inácio, se encontra desencarnado e trabalhando muito no hospital por ele dirigido no plano espiritual.
Do livro " Anjos Decaídos" Dr. Inácio Ferreira
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